Por: Elias M.
Por 20 anos, a garrafa foi minha melhor amiga. Ela “curava” minhas frustrações, escondia minhas falhas e me fazia esquecer que eu havia traído minha família, perdido empregos e humilhado meus filhos.
Minha esposa me deixou. Meus filhos me evitavam. Eu bebia sozinho, no quarto, às 8h da manhã.
Numa noite de bebedeira, caí de joelhos e gritei: “Deus, se existes, me ajuda!” Na manhã seguinte, um antigo amigo de infância me ligou, sem saber do meu estado. Só disse: “Hoje tem culto. Vem?”
Fui. Não me lembro da pregação, mas lembro do abraço de um irmão que disse: “Você não está mais sozinho.”
Hoje, há 4 anos sem álcool, sou líder de um grupo de recuperação na igreja. Deus não só me salvou do vício — Ele me devolveu minha família.


