Por: Ana Lúcia R.
Em 2021, ouvi as palavras que ninguém quer ouvir: “É câncer de mama, está avançado.” Meu mundo desabou. Eu era professora, mãe de dois adolescentes, e de repente me via diante da morte.
No hospital, chorei. Mas naquela mesma semana, minha irmã da igreja me visitou com um pote de sopa… e um Salmo 91 escrito à mão. Ela orou comigo, sem promessas vazias, só com fé.
Comecei a ler a Bíblia todos os dias. Não para “garantir a cura”, mas para conhecer Aquele que segura minha vida. Durante a quimioterapia, perdi cabelo, força, apetite… mas nunca a paz.
Hoje, estou em remissão há dois anos. Mas mesmo que o câncer voltasse, eu diria o mesmo: Deus esteve comigo no vale. Minha cura não foi só física — foi espiritual. E agora, visito pacientes oncológicos para levar esperança em nome de Jesus.


